Em setembro de 2.002, Bill Brennan, um caixa da banca de aposta em esportes do Cassino Stardust (que já foi inclusive demolido), saiu levando consigo mais de 500 mil dólares em dinheiro e fichas do cassino, dentro de uma mochila. Este é o maior roubo à um cassino de Las Vegas na história. Meste estando na lista dos mais procurados do FBI e aparecer no programa de TV “America’s Most Wanted”, ninguém nunca mais soube dele. Alguns acreditam que ele trabalhou junto com um cúmplice, que o matou para não dividir a bolada. Para a polícia entretanto, ele simplesmente fugiu do país. Em outubro de 1994, Heather Tallchief, de 21 anos e um cúmplice, Roberto Solis, 48 anos, roubaram uma carro blindado com 2,5 milhões de dólares de uma empresa de transportes de valores que estava do lado de fora do hotel “Circur Circus”, também em Las Vegas. Os dois escaparam dos EUA via ilhas Cayman e St. Martin. Posteriormente Solis abandonou Tallchief com apenas mil dólares e um filho para criar. Em setembro de 2005 depois de quase doze anos foragida, Heather Tallchief se entregou à justiça. “Não vou mais fugir, já não agüento mais”, declarou ela à MSNBC. Foi sentenciada à 63 meses na prisão.
Em agosto de 2005, o Brasil viu seu maior roubo à banco. R$ 164 milhões foram roubados da sede do Banco Central do Brasil em Fortaleza, Ceará. A trama envolveu a construção de um túnel de 78 metros de comprimento que levava a um cofre onde estavam armazenadas cédulas usadas, e não passíveis de rastreamento. Em um final de semana, o piso de 1,1 metros de espessura de concreto reforçado foi quebrado e 3,5 toneladas em cédulas de R$ 50 levadas. Acredita-se que mais de vinte pessoas estavam envolvidas no planejamento e execução do roubo. Algumas pessoas foram presas em vinculação com este roubo, mas até agora, apenas R$ 20 milhões foram recuperados. Como o Banco Central do Brasil não fazia seguro para dinheiro que estivesse dentro de seus cofres, toda a perda caiu nas costas da “viúva”.
Em fevereiro de 1994, a famosa pintura de Edvard Munch, “O Grito”, foi levada de um museu em Oslo, Noruega. O roubo ocorreu na Galeria Nacional Norueguesa. Dois homens, uma escada, alguns cortadores de arame e 50 segundos, foi tudo que o que se precisou para afanar a mais famosa e valiosa pintura da Noruega. Alguns meses depois os ladrões ofereceram a pintura de volta e pediram um “resgate” de US$ 1 milhão de dólares. A oferta foi recusada, corretamente recusada. Uma operação policial recuperou a obra e prendeu os ladrões em maio de 1994. Em 1996, os ladrões foram condenados à 10 anos de prisão, e a obra devolvida aos seus legítimos donos. Mas a história não acaba aqui, em 2004, a obra foi novamente roubada, juntamente com a Madonna de Munch. Desta vez foi um roubo à mão armada no Museu Munch. Um radialista francês, testemunha do roubo, disse em entrevista à BBC que “As pinturas estavam presas às paredes por simples arames. Tudo o que eles precisaram fazer foi puxar com força para soltar. Foi o que vi um dos ladrões fazer”. Felizmente as pinturas foram novamente recuperadas, e em melhor condição do que se esperava.
Você assistiu ao filme “Os bons companheiros” (Goodfellas)? Bem, no filme, a personagem interpretada por Ray Lioota, Henry Hill, é responsável por um roubo de US$ 420.000,00 do terminal de cargas da Air France no aeroporto JFK, em Nova York no ano de 1967. E isso de fato ocorreu. Trabalhando com uma dica do supervisor de cargas Robert McMahon, a gangue usou uma mulher para seduzir o guarda de segurança e pegar uma cópia de sua chave da porta que separava os criminosos do dinheiro. As chaves foram substituídas sem que o segurança notasse. Hill e Tommy DeSimone (no filme interpretado por Joe Pesci) entraram no terminal, abriram a porta, e saíram levando consigo as sacolas, sem que nenhum alarme disparasse ou ao menos fossem interpelados por qualquer guarda. Este roubo levou ao roubo da Luftansa, que foi o maior roubo cometido em solo americano à época.
Em dezembro de 2006, um entregador de Santa Clara, Califórnia, pouco depois de carregar sua vam Mazda MPV com quase US$ 200.000,00 em microchips retirados do armazém de seu empregado, foi abalroado na traseira por uma van branca e sem marcas. Os motoristas desceram para ver os danos causados pela batida. Aproveitando a falta de atenção do motorista, um segundo homem que aguardava no local, entrou na Mazda e roubou o carro e sua valiosa carga de microchips.
Mas isso não é nada comparado com o bem orquestrado roubo de novembro de 2006 na Ilha de Penang, no estreito de Malacca (que é infestado de piratas). Dois traillers entraram no complexo MASKargo sob a desculpa que estavam ali para procurar por trabalhadores ilegais. Os oficiais de alfândega acreditaram. Uma vez dentro, 20 homens armados com facões tomaram de assalto todos os trabalhadores do local e os drogaram com clorofórmio. Os ladrões saíram levando 585 cartões (caixas) e 18 páletes de microchips e placas mãe, em um valor total de US$ 12 milhões!
Nem todo mundo rouba pinturas famosas, dinheiro ou microchips. De fato, algumas pessoas percorrem longas distâncias para por as mãos em itens de reputação duvidosa, apesar de valiosos. Em novembro de 2005, um fazendeiro de Smithburg, Maryland se aventurou pela Pensilvânia para visitar parentes. Quando ele voltou à fazenda, ele notou que um tanque de 35Kg, que continha o equivalente à US$ 75.000,00 em sêmen bovino fora aberto e 65 ampolas de esperma, de aproximadamente 50 touros haviam sumido. “O sêmen congelado de touros é um grande negócio porque economiza no transporte do touro até o local onde está a vaca, para que esta seja coberta, e eventualmente inseminada”, explica o Washington Post. “O sêmen congelado pode durar por vários anos, até mesmo mais que o touro que o produziu”.
O assalto ao depósito da Securitas em 2006 é o assalto mais lucrativo (para criminosos, que se diga) já ocorrido em solo britânico. Batendo por pouco o assalto ao Northern Band de Belfast, Irlanda, em 2004. O assalto à Securitas começou em 21 de fevereiro, quando o gerente do depósito, Colin Dixon, foi para casa. Se passando por policial, um dos ladrões seqüestrou Dixon, que foi algemado e levado para uma fazenda próxima, onde estavam sua mulher e seus filhos, que também haviam sido seqüestrados. Todos foram levados à sede da Securitas onde Dixon foi forçado à ajudar na entrada. Quatorzes empregados da empresa foram rendidos, e £53 milhões (cerca de US$ 92,5 milhões) foram carregados em um caminhão e lavados da empresa.
D.B Cooper é um dos mais notórios seqüestradores dos Estados Unidos, e é um que ainda está livre depois de 35 anos fugindo da justiça. Em 24 de novembro de 1971 – véspera do Dia de Ação de Graças, importante feriado americano – “Dan Cooper” seqüestrou o vôo 305 da Northwest Orient Airlines com uma maleta “bomba”. Ele entregou um bilhete á comissária de vôo dizendo “Eu tenho uma bomba em minha maleta, e vou usá-la se necessário. Eu quero que você sente-se próxima à mim. Você está sendo seqüestrada”. Com isso, a comissária alertou ao piloto que tentou transmitir a situação do seqüestro ao Aeroporto Internacional de Tacoma-Seattle. O piloto foi instruído pela torre controle à atender a demanda de Cooper: quatro pára-quedas e US$ 200.000,00 em dinheiro. Por que quatro pára-quedas? Alegadamente ele pediu três extras, para o piloto, co-piloto e comissária de vôo como uma forma de certificar-se de que eles não eram falsos. Os passageiros foram deixados no aeroporto de Seattle-Tacoma, em troca pelo dinheiro, e Cooper instruiu o piloto à seguir para o México. Nem mesmo os F-106 que seguiam o avião viram quando D.B. Cooper pulou próximo. Acredita-se que ele pousou tranquilamente próximo à Ariel, Washington.
O roubo ao Museu Isabella Gardner em 1990 foi chamado de “o maior roubo de arte da história”, e aqueles que o perpetraram, ainda hoje, 17 anos depois, não foram identificados. Apenas algumas horas após as festividades do Dia de St. Patrick em Boston, dois homens vestidos como policiais abordaram os guardas de segurança do museu, e os cumprimentaram. Quando os seguranças descobriram que os policiais eram falsos, já era tarde demais; os seguranças terminaram algemados e amordaçados. Foram então levados para o porão. Os ladrões retiraram 3 quadros de Rembrandt de suas molduras (que ainda permanecem penduras de vazias hoje) bem como a obra “O Concerto” de Johannes Vermeer, “Paisagem com um Obelisco” de Govert Flink e vários outras preciosas pinturas. As obras nunca foram encontradas, e o museu nunca foi reembolsado. Moral da história: certifique-se de que o seguro está em dia!
O maior roubo de banco da história? Às vésperas da primeira rodada da primeira onda de bombardeios à Bagdá em março de 2003, uma gangue arrombou o Banco Central do Iraque e levou em três carretas aproximadamente um bilhão de dólares. Mais da metade deste bilhão foi encontrada escondida nas paredes do palácio do ditador Saddam Hussein por tropas americanas, o resto parece desaparecido. Um pouco mais adiante na estrada, em Basra, Iraque, tropas britânicas frustraram outro grande assalto a banco. Em torno de 60 pessoas abriram caminho à bomba para entrar no Banco Nacional do Iraque à pela luz do dia, e explodiram também a porta do cofre. As grandes explosões atraíram as tropas britânicas, que acabaram com a festa.
Em agosto de 1963, quinze homens usando mascaras de ski, abordaram um trem do Real Correio Britanico, que ia de Glaslow à Londres, roubando 2.3 milhões de libras em notas usadas. Hoje, este valor equivaleria à algo em torno de 40 milhões de libras. Bruce Reynolds foi a mente por trás do assalto, depois de sua captura e posterior cumprimento de pena, passou à ser tratado como celebridade. Existem inúmeros livros, filmes e musicais em tributo e devotados à contar história do “Assalto ao trem pagador”, inclusive um estrelado por Phill Collins.
Mas o maior roubo da história da humanidade , é aqui no Brasil. Segundo a Revista Época, em sua edição 473 , políticos ladrões (a maioria), em conluio com funcionários públicos corruptos e empresários desonestos roubam 20 bilhões de reais por ano. É como se o maior roubo à banco da história, ocorresse 10 vezes por ano, com o cruel detalhe, de sempre ser bem sucedido.
Até há pouco tempo o ato de fotografar consistia em expor, por uns breves instantes, um filme -recoberto de substâncias químicas fotosensíveis- à luz. Após a exposição, o filme tinha de ser submetido a um processo de estabilização química -revelação- e posteriormente a imagem -o negativo- tinha de ser transferida para papel fotográfico. O slide, ou cromo, permitia o registro de uma imagem positiva no próprio filme, com uma qualidade bem superior. A evolução tecnológica decorrente dos avanços obtidos principalmente na área de engenharia eletrônica trouxe, entre outras maravilhas tecnológicas, a fotografia digital. Como funciona a fotografia digital ?
Uma câmera fotográfica digital capta, por meio de células foto-sensíveis (chamadas CCD, Charged Coupled Device), a luz da cena a fotografar. Esta informação, captada analogicamente, é digitalizada (pelo que se chama um “shift register”) e armazenada num meio magnético (disquete, Smart Cards, Memory Stick ™ ou CD). Posteriormente você pode transferir as fotos a um computador (conectando a câmera, com um cabo apropriado, à porta RS-232 ou à porta USB) ou imprimi-las diretamente (tendo a impressora adequada). Quer dizer que não usa filme ?
Correto. Uma câmera digital não usa filme. Nem 35mm, nem Advantix, nem qualquer outro tipo de filme quimicamente processável. Mas, como faço para obter a foto ?
Há três alternativas para obter uma cópia impressa de uma foto que está armazenada na câmera: 1. Conectar a câmera a um computador, usando um cabo conector, geralmente à porta USB (ou RS-232 em micros mais antigos), e descarregar as fotos mediante um driver fornecido pelo fabricante da câmera. A maioria dos fabricantes também fornecem algum aplicativo de processamento de imagens, que você usa para editar e imprimir as fotos. 2. Levar seu cartão de memória, CD ou disquette a um laboratório digital, onde as fotos podem ser impressas diretamente do meio magnético. 3. Conectar a câmera diretamente a uma impressora (nem todas oferecem este recurso) e imprimir a foto.
Com que se parece uma câmera digital ? Uma câmera digital se parece a uma câmera convencional (ver fotos a seguir). A grande maioria tem um visor na parte de trás (ver o reverso da câmera na foto à esquerda) no qual você pode ver a foto poucos segundos depois de tirada, ou em qualquer momento posterior.
Quantas fotos uma câmera digital consegue armazenar ?
A capacidade de armazenamento é influenciada fundamentalmente por dois fatores: a resolução das fotos e a qualidade de armazenamento. Quanto maior a resolução e melhor a qualidade, mais espaço ocupará cada foto, e portanto menos fotos caberão na placa de memória. Só para que você tenha uma idéia, uma Canon Powershot A40 armazena, en uma flash card de 64Mb, um pouco mais de 60 fotos clicadas na máxima resolução e com a melhor qualidade possível. O que quer dizer Megapixel ?
O termo megapixel denomina câmeras cuja resolução é superior a 1.000 x 1.000 pixels. Em termos leigos, um pixel representa um dos milhões de pontinhos que formam a foto. As primeiras câmeras tiravam fotos de no máximo 640×480 pixels. As câmeras amadoras mais modernas alcançam resoluções de 5 Megapixels. Câmeras profissionais chegam aos 16 Megapixels. Só para que você tenha uma idéia, se a resolução de sua tela é de 800 x 600, ao visualizar uma foto tirada nessa resolução (5 Megapixels) você somente conseguiria ver num determinado momento um pedacinho da foto original. Quanto maior, melhor? Quanto maior a resolução maior o tamanho da foto impressa sem perder resolução. Um registro obtido em 2 megapixels, impresso em 10×15, apresenta uma qualidade que para a grande maioria e mais do que aceitável. O quê acontece quando a capacidade da câmera esgota?
Se a câmera usa smart cards, memory stick ou flash cards como meio de armazenamento, você pode apagar as fotos armazenadas na placa de memória, ou inserir uma nova placa onde você continua a armazenar mais fotos. Caso use disquete ou CD, é só inserir um novo disquete ou CD. Quais os recursos de uma câmera digital ?
Os recursos variam segundo a câmera e o modelo, mas a grande maioria oferece Zoom 3x, Zoom digital, flash, macro fotografia, compensação da exposição, medição pontual (spot meter), central ou total, registro de data e hora, self-timer e red-eye reduction. Algumas câmeras permitem que você grave sua voz junto com a foto. Quanto custa uma câmera digital ?
Uma boa câmera amadora de custa – nos EUA- na faixa de US$ 400,00 (quatrocentos dólares americanos). Já uma muito boa está na faixa de US$ 600 a US$ 700,00. Uma câmera excelente por volta de US$ 1.000,00. Já as câmeras profissionais não saem por menos de US$ 3.000,00, custando geralmente cerca de US$ 5.000,00. Aqui, no Brasil, depende. Em março de 2002, uma Sony Cybershot 2.1 Megapixels era vendida por R$ 900,00 em um dos shoppings da Avenida Paulista, em São Paulo. Nota Fiscal? Esqueça.
Cor é vida. As cores nos cercam por toda parte e inundam os nossos sentidos. Não é só através da visão que as percebemos, como a princípio possa parecer, visto vivermos em um mundo essencialmente áudio-visual, onde os outros sentidos são quase esquecidos. As cores atuam também ao nível da pele, chegando a influenciar processos orgânicos vitais, funções psicológicas e até pensamentos e memória. Pode-se notar como uma refeição bem variada e colorida desperta o apetite; como um ambiente azul muito escuro deprime e entristece; como as cores facilitam a assimilação de conceitos no processo de aprendizagem; até a Medicina hoje pode contar com o uso das cores como terapia auxiliar, sem se falar na própria terapia pela arte.
Já no séc. XVIII Goethe dizia: “As pessoas em geral sentem grande prazer com a cor. O olho necessita dela tanto quanto da luz. Vale lembrar o rejuvenescimento que se sente, num dia nublado, ao ver o sol iluminar uma parte isolada da paisagem, tornando as cores visíveis”. Quem não se recorda desse sentimento quando, depois de tudo cinza, o sol aparece e mostra o esplendor das cores? E se surge um arco-íris, então?
Já é de todos conhecido que as cores frias, passivas (como os azuis e derivados) ampliam o ambiente, pois parecem recuar diante de nós, como o céu e as montanhas distantes. E que as cores quentes, ativas (amarelos e vermelhos) acolhem, estimulam ou, se usadas além da medida, chegam até a agredir, tamanha a sua vitalidade, como o sol que agride nossos olhos. Mas cada cor e cada tonalidade tem a sua dinâmica própria e sutil, com atuação em um órgão específico, em determinado aspecto da personalidade ou ainda evocando certo sentimento.
A cor mais próxima da luz (branco) é o amarelo. Traz consigo a natureza da claridade, possuindo por isso um aspecto sereno e levemente estimulante. Produz impressão calorosa e agradável que se transforma no oposto tão logo se suje ou perca o brilho original, como o amarelo escurecido pelo preto, que se torna um verde repulsivo. O amarelo está relacionado aos processos mentais e à memória, pois sua luz nos desperta. Não é à toa que as placas de trânsito que mais precisam chamar a atenção dos motoristas são em amarelo-ouro.
A cor mais próxima da escuridão (preto) é o azul. Não é estimulante como o amarelo; ao contrário, repousa e esfria, não conduzindo à ação. Sua impressão é de calma e pode chegar até à tristeza e recolhimento total, quando muito escurecido. Um ambiente totalmente azul parece bem amplo, embora vazio e frio, pois esta é uma cor que se “afasta” de nós e nos leva à introspecção.
A terceira das três cores ditas primárias, ou seja, cores através das quais criamos as demais, é o vermelho. Ele surge, segundo Goethe, da intensificação progressiva tanto do amarelo quanto do azul (onde não se encontra mais qualquer vestígio dessas cores). É uma cor que transita entre os dois extremos: ora tende para o lado positivo, ora para o negativo, daí a sensação de movimento que provoca. Pode dar tanto uma impressão de seriedade – um ambiente com uma grande cortina vermelho-rubi é solene – quanto uma sensação de graça e benevolência – o amor é muitas vezes representado pelo vermelho claro, diluído (o rosa). Vermelho está diretamente relacionado à vitalidade, como o sangue que alimenta nossas células ou à agressividade e movimento.
As demais cores secundárias, terciárias e outras derivadas, misturam as características das três primárias. O verde, por exemplo, equilíbrio perfeito entre os opostos azul e amarelo, descansa os olhos, pois resolve a polaridade luz e escuridão com harmonia; daí ser tão relaxante o contato com o verde, como o das plantas, por exemplo. O lilás ou violeta combina a calma do azul com o movimento do vermelho e é por isso uma cor inquietante, provocando um movimento dentro de nós, daí a sua relação com a espiritualidade. O laranja é uma cor quente e energética por excelência, mistura de amarelo e vermelho, e agrada imensamente crianças e povos selvagens; seu tom pastel é acolhedor e caloroso; é também a cor da pele humana, daí transmitir certa sensualidade.
Infinita é a gama de matizes das cores e, consequentemente, as sensações que elas nos provocam. Mas neste mundo cinza e de concreto em que vivemos hoje, o contato com as cores está cada vez mais escasso; quando acontece, são com cores artificiais, gritantes, metálicas, que mais nos agridem que alimentam. Até os nossos olhos estão fisicamente perdendo a capacidade de distinguir os tons; estão se endurecendo, como tudo em volta.
Deixar-se sensibilizar e se abrir para o mundo das cores, seja na contemplação de um pôr-do-sol, na observação de uma flor, na escolha de uma roupa, na pintura de um quadro, na elaboração de uma simples salada, talvez seja o meio mais simples de trazer a vida das cores para o nosso cotidiano. Assim, o mundo das cores e o movimento da alma se unificam, trazendo vitalidade onde está seco, trazendo respiração onde está parado. Portanto, viva a cor!
Até o século XI, quase todo mundo comia com as mãos. Os mais educados eram aqueles que usavam apenas três dedos para levar o alimento à boca. Naquele século, Domenico Salvo, membro da corte de Veneza, casou-se com a princesa Teodora, de Bizâncio. Ela trouxe no enxoval um objeto pontudo, com dois dentes, que usava para espetar os alimentos. Esse primeiro garfo foi considerado uma heresia: o alimento, fornecido por Deus era sagrado e tinha de ser comido com as mãos. Mas, pouco a pouco, membros da nobreza e do clero foram adotando o talher. O hábito demorou para pegar entre a população: com mais dentes, o espeto só se tornou popular mesmo no século XIX. Já a faca é o mais antigo dos talheres: foi o Homo erectus, que surgiu na Terra há 1,5 milhão de anos, quem criou o primeiro objeto cortante, feito de pedra, para caça e defesa. Desde então, o homem sempre carregou uma faca.
Na Idade do Bronze, que começou por volta de 3000 a.C., ela passou a ser feita com esse metal e a mesma faca que servia para matar era usada também para descascar frutas. O primeiro a sugerir que cada homem deveria ter um talher para ser usado exclusivamente à mesa foi o cardeal francês Richelieu (1585-1642), um fervoroso defensor das boas maneiras, por volta de 1630. Ao contrário da faca, a colher já surgiu com o objetivo de ser usada à mesa. Há registros arqueológicos de artefatos parecidos com mais de 20 000 anos, feitos de madeira, pedra e marfim. Mas, no início, a colher era de uso coletivo e parecia uma concha. “Quando surgiu o pão, há 12 000 anos (veja página à esquerda), já se usava uma colher para jogar o caldo sobre ele”, afirma o sociólogo Gabriel Bollaffi, da Universidade de São Paulo (USP).
A Internet nasceu praticamente sem querer. Foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de ArphaNet para manter a comunicação das bases militares dos Estados Unidos, mesmo que o Pentágono fosse riscado do mapa por um ataque nuclear. Quando a ameaça da Guerra Fria passou, ArphaNet tornou-se tão inútil que os militares já não a consideravam tão importante para mantê-la sob a sua guarda. Foi assim permitido o acesso aos cientistas que, mais tarde, cederam a rede para as universidades as quais, sucessivamente, passaram-na para as universidades de outros países, permitindo que pesquisadores domésticos a acessarem, até que mais de 5 milhões de pessoas já estavam conectadas com a rede e, para cada nascimento, mais 4 se conectavam com a imensa teia da comunicação mundial.
Nos dias de hoje, não é mais um luxo ou simples questão de opção uma pessoa utilizar e dominar o manuseio e serviços disponíveis na Internet, pois é considerada o maior sistema de comunicação desenvolvido pelo homem.
Com o surgimento da World Wide Web, esse meio foi enriquecido. O conteúdo da rede ficou mais atraente com a possibilidade de incorporar imagens e sons. Um novo sistema de localização de arquivos criou um ambiente em que cada informação tem um endereço único e pode ser encontrada por qualquer usuário da rede.
Em síntese, a Internet é um conjunto de redes de computadores interligadas que tem em comum um conjunto de protocolos e serviços, de uma forma que os usuários conectados possam usufruir de serviços de informação e comunicação de alcance mundial. Histórico
Desenvolvida pela empresa ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, com o objetivo de conectar os departamentos de pesquisa, esta rede foi batizada com o nome de ARPANET.
Antes da ARPANET, já existia outra rede que ligava estes departamentos de pesquisa e as bases militares, mas como os EUA estavam em plena guerra fria, e toda a comunicação desta rede passava por um computador central que se encontrava no Pentágono, sua comunicação era extremamente vulnerável.
Se a antiga URSS resolvesse cortar a comunicação da defesa americana, bastava lançar uma bomba no Pentágono, e esta comunicação entrava em colapso, tornando os Estados Unidos extremamente vulnerável a mais ataques.
A ARPANET foi desenvolvida exatamente para evitar isto. Com um Back Bone que passava por baixo da terra (o que o tornava mais difícil de ser interrompido), ela ligava os militares e pesquisadores sem ter um centro definido ou mesmo uma rota única para as informações, tornando-se quase indestrutível.
Nos anos 1970, as universidades e outras instituições que faziam trabalhos relativos à defesa tiveram permissão para se conectar à ARPANET. Em 1975, existiam aproximadamente 100 sites. Os pesquisadores que mantinham a ARPANET estudaram como o crescimento alterou o modo como as pessoas usavam a rede. Anteriormente, os pesquisadores haviam presumido que manter a velocidade da ARPANET alta o suficiente seria o maior problema, mas na realidade a maior dificuldade se tornou a manutenção da comunicação entre os computadores (ou interoperação).
No final dos anos 1970, a ARPANET tinha crescido tanto que o seu protocolo de comutação de pacotes original, chamado de Network Control Protocol (NCP), tornou-se inadequado. Em um sistema de comutação de pacotes, os dados a serem comunicados são divididos em pequenas partes. Essas partes são identificadas de forma a mostrar de onde vieram e para onde devem ir, assim como os cartões-postais no sistema postal. Assim também como os cartões-postais, os pacotes possuem um tamanho máximo, e não são necessariamente confiáveis.
Os pacotes são enviados de um computador para outro até alcançarem o seu destino. Se algum deles for perdido, ele poderá ser reenviado pelo emissor original. Para eliminar retransmissões desnecessárias, o destinatário confirma o recebimento dos pacotes.
Depois de algumas pesquisas, a ARPANET mudou do NCP para um novo protocolo chamado TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvido em UNIX. A maior vantagem do TCP/IP era que ele permitia (o que parecia ser na época) o crescimento praticamente ilimitado da rede, além de ser fácil de implementar em uma variedade de plataformas diferentes de hardware de computador.
Nesse momento, a Internet é composta de aproximadamente 50.000 redes internacionais, sendo que mais ou menos a metade delas nos Estados Unidos. A partir de julho de 1995, havia mais de 6 milhões de computadores permanentemente conectados à Internet, além de muitos sistemas portáteis e de desktop que ficavam online por apenas alguns momentos. (informações obtidas no Network Wizard Internet Domain Survey, http://www.nw.com). Histórico da Internet no Brasil
A história da Internet no Brasil começou bem mais tarde, só em 1991 com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma operação acadêmica subordinada ao MCT (Ministério de Ciência e Tecnologia).
Até hoje a RNP é o “backbone” principal e envolve instituições e centros de pesquisa (FAPESP, FAPEPJ, FAPEMIG, etc.), universidades, laboratórios, etc.
Em 1994, no dia 20 de dezembro é que a EMBRATEL lança o serviço experimental a fim de conhecer melhor a Internet.
Somente em 1995 é que foi possível, pela iniciativa do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, a abertura ao setor privado da Internet para exploração comercial da população brasileira.
A RNP fica responsável pela infra-estrutura básica de interconexão e informação em nível nacional, tendo controle do backbone (Coluna dorsal de uma rede, backbone representa a via principal de informações transferidas por uma rede, neste caso, a Internet). O surgimento de um Mercado Comercial
No meio dos anos 80, havia um interesse suficiente em relação ao uso da Internet no setor de pesquisas, educacional e das comunidades de defesa, que justificava o estabelecimento de negócios para a fabricação de equipamentos especificamente para a implementação da Internet. Empresas tais como a Cisco Systems, a Proteon e, posteriormente, a Wellfleet (atualmente Bay Networks) e a 3Com, começaram a se interessar pela fabricação e venda de roteadores, o equivalente comercial dos gateways criados pela BNN nos primórdios da ARPANET. Só a Cisco já tornou-se um negócio de 1 bilhão de dólares.
A Internet está tendo um crescimento exponencial no número de redes, número de hosts e volume de tráfego.
Outro fator primordial que existe por trás do recente crescimento da Internet é a disponibilidade de novos serviços de diretório, indexação e pesquisa que ajudam os usuários a descobrir as informações de que precisam na imensa Internet. A maioria desses serviços surgiu em função dos esforços de pesquisa das universidades e evoluíram para serviços comerciais, entre os quais se incluem o WAIS (Wide Area Information Service), o Archie (criado no Canadá), o YAHOO, de Stanford, o The McKinley Group e o INFOSEEK, que são empresas privadas localizadas no Vale do Silício. O novo Jeito de Vender
Este é um tema moderno e ao mesmo tempo tradicional envolvendo televendas e teleatendimento. A principal questão está centralizada na nova filosofia de percepção de compra eletrônica, na definição de um internauta e sua percepção de realização da compra através de um novo canal de comunicação, a Internet.
Para compreender a filosofia do comércio eletrônico é necessário entender o mecanismo de televendas e teleatendimento como sendo a primeira tentativa de venda “virtual” que surgiu no início da década de 80 e procura incorporar os seguintes conceitos:
1. Desmaterialização: substituição do movimento e contato físico por informação telefônica ou via catálogos e um contato virtual. 2. Desintermediação: eliminação de um ou mais intermediários na cadeia de venda do produto. 3. Grupo de afinidades: são produtos e serviços que possuem similaridades (em termo de divulgação e consumo) e que oferecem ao consumidor soluções apenas visuais, cujas características são inquestionáveis em termo de qualidade, preços e garantias.
Algumas empresas implementam o conceito e a infra-estrutura necessária para operar um centro de atendimento ao cliente, os chamados call-centers. Surgiram os sistemas de informação, os banco de dados, sistemas de telefonia com unidade de respostas audíveis, profissionais de teleatendimento e a interação entre comandos , dados e voz, que representa o ponto máximo de evolução do atendimento virtual.
Os recursos de telefonia integrados com sistemas de banco de dados aliados a uma filosofia de televendas proporcionam o início do comércio eletrônico que “acoplou” os recursos de Internet, home page, browser, servidor Web e provedor de acesso.
Este “mundo” virtual, com filosofias de consumo próprias ainda não claramente estabelecidas e compreendidas, envolve basicamente a facilidade de manipulação de um browser interrelacionando às necessidades do cliente e a oferta de produtos e serviços até a efetivação da compra segundo:
Learn: Como os clientes aprendem e adquirem informações gerais e institucionais sobre a empresa? São necessariamente informações correntes e consistentes, com foco e direcionamento nas necessidades dos usuários do browser. Shop: Como os clientes consultam e escolhem as ofertas de produtos e serviços? São informações baseadas nas preferências do consumidor e na seqüência de ações no browser, auxiliando o consumidor a tomar decisões. Buy: Como os clientes efetivam as transações de compras? Trata-se da facilidade do consumidor de preencher um pedido de compra onde não existe a necessidade de um contato do tipo face a face. Essas transações são suportadas por múltiplas formas de pagamento, devendo ser ágil e livre de erros no processamento do pedido de compras. Support: Como os clientes poderão ter um suporte técnico e um serviço de atendimento no pós-vendas? Neste caso, considera-se o atendimento 24 horas por 7 dias de vital importância, e também, toda a comunicação interativa (do tipo pergunta/resposta escrita), além de contar com uma organização de processos e profissionais que identificam um problema e encaminhamento da solução com agilidade. Pontos Importantes do e-commerce
Merchandising – Qualquer varejista sabe que um produto bem apresentado sai mais rápido da prateleira. Na Web isso significa boas imagens, preços claros e informações completas dos produtos expostos. Também não se pode ignorar a localização dos produtos. Clientes entram nas lojas atraídos pelos produtos expostos na vitrine. Na Web, esses produtos ficam na primeira página.
Promoção - Os tradicionais anúncios em jornais, revistas ou televisão são substituídos por banners animados, e-mails ou promoções hot sell. Sempre anuncie produtos com apelo forte de venda. Então, é necessário preparar um plano de marketing e separar a verba para executá-lo.
Atendimento a Clientes - O processo de venda, virtual ou não, envolve várias etapas. Em cada uma delas há interação entre o consumidor e um funcionário da loja. Sendo assim é necessário estabelecer um canal de comunicação preciso, transparente e ágil. Caso contrário, os consumidores desaparecerão rapidamente.
Vendas – Para ter sucesso nas vendas, é necessária uma equipe de vendedores bem treinada e motivada. Na Web, isso pode ser feito com muito mais consistência e menos custo. Os produtos e serviços oferecidos devem apresentar informações detalhadas, bem como seus principais diferenciais em relação aos concorrentes, análises de jornalistas ou consumidores sobre sua qualidade e outras informações que possam ajudar o cliente a decidir a compra mais rapidamente.
Pagamento – Como a cultura de usar cartão de crédito pela Internet ainda é pouco disseminada no Brasil, é necessário oferecer formas de pagamento alternativas, como carteiras eletrônicas, depósitos identificados e cheque eletrônico pré-datado.
Pós-venda- Todo pós-venda deve estar disponível para consulta na Web, incluindo normas para troca ou devolução de produtos, dados cadastrais da rede de assistência técnica, perguntas e respostas mais freqüentes e informativos periódicos por e-mail sobre novidades, lançamentos, etc.
Segurança – O ponto mais importante do comércio eletrônico. Qualquer pessoa tem medo de comprar algo com o cartão de crédito pela Web. Por isso, não poupar recursos de segurança para tirar essa preocupação de seus clientes, é um fator importante. Isso inclui a adoção do SSL e processos de encriptação de informações nas bases de dados e comunicar claramente os clientes sobre a segurança oferecida no site.
Estoque – Para ganhar eficiência nas vendas, é importante separar fisicamente o estoque dos produtos vendidos pela Web. Mesmo assim, o tratamento gerencial deve ser igual ao de um estoque normal, com informações precisas de giro, custo e tempo de reposição. Logística – É necessário preparar-se para entregar produtos individualmente e com rapidez. E não esquecendo dos custos de transporte. Se forem muito altos, a empresa não terá clientes também.
Monitoramento - Manter sistemas de acompanhamento precisos e informatizados. Se a operação não for muito bem controlada, os custos com retrabalho de informações irão comer qualquer margem deixada pela venda dos produtos.
Versão Beta é uma versão criada com modificações mas que ainda funciona temporariamente como teste para as mudanças feitas, essas versões sao criadas , na maioria das vezes, para resolver problemas e transtornos apuradas nas versões Alphas (original) tais como aberturas de portas, ou bugs, ou lags, enfim, elas são experimentais. Beta é uma versão de testes em que o usuario avalia e coloca sua opnião indicando o produto a outras pessoas após esse tempo e feito os melhoramentos nesses programas é que ele passa a ser o programa definitivo. um exemplo é os anti virus free que na verdade são Betas pois o que é realmente eficaz é o pago, e o messenger que após sair uma versão já lança outra como beta para melhorar e estar sempre em constante melhoramento.
Versão “Beta” é uma versão anterior a primeira versão oficial de um sistema, essa versão existe para que pessoas possam ajudar aos desenvolvedores corrigir os problemas em seus sistemas antes que os mesmos seja lançados oficialmente.
Bem para além do que se refere ao aspecto orgânico (o nosso coração tem pulsões cardíacas que se deve ao fato da passagem do sangue dos ventriculos para as auriculas e ao “ato das válvulas” dos ventriculos fecharem para não permitirem o retrocesso do sangue) e das “informações fornecidas” pelo nosso cérebro, o nosso coração é “movido” também pelas nossas emoções e sentimentos (amor, ódio, esperanças, recordações, etc.), assim como pela adrenalina e pela própria pessoa que somos, como por exemplo quando temos um ato de coragem ou quando enfrentamos algum obstáculo que até nos parecia inatingível.
As unhas e o cabelo não são como o resto do nosso corpo que está coberto por aquilo que chamam “terminações nervosas”. As “terminações nervosas” são aquilo que nos transmite a dor quando nos magoamos, queimamos ou batemos em alguma coisa, e também são aquilo que nos faz sentir que algo nos toca, que um tecido nos arranha ou que é fofinho. São uma espécie de informadores a dizer que alguma coisa está a tocar ou a fazer mal ao nosso corpo. Cortar o cabelo ou as unhas não é problema para o corpo, pois estes vão sempre sendo substituídos. Por isso é que não há nenhum sistema de alarme que nos avise que algo está errado, e que por isso, causa dor.
Ele fica ali ao lado, posicionado no criado-mudo na forma de um singelo rádio-relógio. Mas é um diabo encarnado, pronto para badernar o seu dia a partir da hora que o sol nasceu – porque todo mundo sabe que atrasar de manhã, atrasa o dia inteiro. E os rádio-relógios sabem melhor do que ninguém, porque eles se divertem à beça destroçando o cronograma dos humanos. São cinco as formas que eles têm de virar do avesso a rotina matinal. O snooze
Também conhecido como “dorminhoco”, é um botão maldito que sequer deveria existir. Pois ele é também a tentação máxima, maior do que a maçã foi para Eva. Basta um aperto, pronto, mais cinco minutos de sono são creditados na sua conta. Mas é como vender a alma ao capeta, porque os cinco minutos virarão uma hora de atraso, no mínimo. O volume
Daí você acerta o aparelho para despertar na hora apropriada. Mas acertar o volume é quase impossível. Ou ele se põe baixo demais, que o sonolento não escuta, ou vai ao talo – e não só acorda o sonolento, mas também lhe provoca um princípio de enfarto. A sintonia da estação
Tem coisa pior do que acordar com aquelas canções bregas dos anos 80? Ou com um axé que manda você tirar o pé do chão (quando você nem colocou o pé no chão ainda)? Tem: não ter qualquer estação sintonizada, o que rende apenas um chiado baixinho que não acorda ninguém. O AM/PM
Quando se pensa que está tudo programado, rádio escolhida, volume em ordem… há o dilema do AM/PM. Daí o que era para ser um despertar tranqüilo às 7:45 vira uma correria pra tomar banho, se vestir, beber o café e chegar ao ponto de ônibus entre 8:35 e 8:43. Mas às 19:45, pode ter certeza que o toque sairá magicamente da malfadada caixinha sonora! A falta de energia
Ainda acho que o rádio-relógio foi inventado para atrasar as pessoas, não para colocá-las acordadas. Pois quando nada mais deu certo para estragar o despertar do cliente, ele consegue isso por meio da eletricidade cortada no meio da noite. E quando são 3:28, o danado apaga por um segundo e volta como 12:00. PM! Melhor comprar um despertador sem tomada. E menos endiabrado. Me respondam agora quem tem um despertador em casa depois do celular??
Recebi por email (aquelas listas em que você nunca se escreve mais sempre tem um amigo teu engraçadinho que fica te mandando) .
Usamos a aliança no quarto dedo porque é impossível separar uma mão da outra quando ligada pelo quarto dedo. Assim é a união do casal e da família. Veja o filme e você vai compreender. Tente fazer o que é mostrado. Muito Legal Tente fazer o que é mostrado. Muito Legal
Traduzindo uma parte do filme para quem não entende inglês:
Polegar – representa os pais Indcador – representa os irmãos (ãs, ãos) Médio – representa você Anular – representa o companheiro Mínimo – representa os filhos
A música “As Flores do Jardim da Nossa Casa” foi composta por Roberto Carlos num quarto de hotel na Holanda, onde ele estava com o filho Segundinho que se submetia a um tratamento de glaucoma congênito. A música foi feita para o filho. Quem pensou no nome “Beatles” foi John Lennon. O cantor Fábio Júnior fez sucesso nos anos 70 com o nome de Mark Davis.
Jessé, que se destacou no MPB Shell da Globo com “Porto Solidão” era um cantor de sucesso nos anos 70 com o nome estrangeiro de Tony Stevens.
O compositor Zé Dantas, criador de grandes sucessos de Luiz Gonzaga, como “Cintura Fina”, “Acauã”, “Vozes da Seca” e outras, é natural de Carnaíba, sertão pernambucano e era médico. Zé Dantas conheceu Luiz Gonzaga no bairro do Pina, em Recife, e morreu em 1962, no Rio de Janeiro, onde trabalhava.
O primeiro disco gravado por Roberto Carlos foi um 78 rmp com duas músicas no estilo bossa-nova: “Fora de Tom” e “João e Maria”, compostas por Carlos Imperial. O disco foi gravado em agosto de 1959.
A cantora Angela Maria é batizada com o nome de Abelim Maria da Cunha e cantava numa igreja quando foi descoberta.
O programa Jovem Guarda, exibido pela TV Record, estreou no dia 22 de agosto de 1965, sob o comando de Roberto Carlos.
O cantor Raul Seixas era crooner do conjunto Os Panteras, de Salvador, na época da Jovem Guarda. O grupo chegou a acompanhar Jerry Adriane em alguns shows. Raul depois se tornou compositor e produtor da CBS. Até que resolveu gravar e fez sucesso com Ouro de Tolo.
O compositor Michael Sullivan fez grande sucesso no início da década de 70 cantando a música “My Life”. Sullivan também foi crooner do grupo Renato e seus Blue Caps (no disco Você Não Merecia) e dos Fevers (Guerra dos Sexos).
A primeira pessoa a falar na televisão, no Brasil, foi Lolita Rodrigues. Foi na estréia da TV Tupi, em 1950. Mas quem estava escalada para esse papel não era ela. Era Hebe Camargo, que adoeceu e teve que ser substituída por Lolita.
Roberto Carlos sofreu um acidente. Sua perna esquerda foi esmagada por um trem em Cachoeiro do Itapemirim e parte dela teve que ser amputada. Foi em 1947: ele tinha 6 anos de idade. Na música O Divã, ele conta um pouco desse trauma no trecho: “Me lembro bem da festa, o apito, e na multidão um grito, o sangue no linho branco, a paz de quem carregava nos seus braços quem chorava”.
O cantor Noite Ilustrada é batizado com o nome de Mário de Souza Marques Filho, que usa, por sinal, como compositor.
A cantora Núbia Lafayette também tem outro nome: Idenilde da Costa Araújo. Hoje mora em Maricá, no Rio de Janeiro e ainda faz shows pelo Brasil.
Jamelão é o apelido de José Bispo Clementino Santos, que hoje mora na Vila Isabel, no Rio.
Carlos Alberto, chamado de o Rei do Bolero na década de 60, é o nome artístico de Nuno Soares. Carlos Alberto mora hoje em Petrópolis e continua fazendo shows pelo Brasil.
O grupo Os Incríveis, que explodiu nos anos 60, era chamado, no início, de The Clevers.
No começo dos anos 60 (1962, 63), Erasmo Carlos, que viria a ser o Tremendão da Jovem Guarda, era crooner do grupo Renato e Seus Blue Caps.
Na Jovem Guarda, Erasmo Carlos era o Tremendão, Martinha era o Queijinho de Minas, Wanderléa era a Ternurinha, Roberto Carlos era o Brasa, Wanderley Cardoso era o Bom Rapaz, Rosimary era chamada de A Fada.
A primeira gravação de Luiz Gonzaga foi a instrumental “Vira e mexe”, em 1941, na RCA. Lua assinou seu primeiro contrato como instrumentista e era proibido de cantar. Seu primeiro sucesso como cantor foi “No meu Pé de Serra”.
Na chegada ao terminal rodoviário da cidade mais alta do mundo a impressão não foi das melhores. À primeira vista Potosí tem ares de cidade interiorana e pobre, a rodoviária é suja e cheia e foi o local onde mais vimos bolivianos do “tipo esperto ou malandrão”, além de sentirmos bem a escassez do ar. Depois desse momento achamos estranho o dito popular “Vale um Potosí”, utilizado para referir-se a algo muito valioso. Chegamos à praça principal da cidade, onde nossa opinião começou a mudar. O local tranqüilo e limpo abriga uma grande quantidade de monumentos coloniais, incluindo igrejas do século XIX e vários museus. Dentre eles, merece destaque a Casa de la Moneda (Casa da moeda), considerado um dos museus mais interessantes da América do Sul, o local foi fundado em 1572 está muito bem conservado assim como o que exibe: arquivos coloniais, pinturas religiosas, máquinas de madeira usadas para cunhar as primeiras moedas bolivianas etc. O interior do museu é um pouco frio e a arquitetura um misto de belo e diferente. A entrada custa US$ 1,70 por pessoa, com direito a um guia que acompanha o número limitado de visitantes.
* Se quiser uma experiência mais emocionante, pode visitar algumas das minas de prata da cidade, onde será possível observar diferentes galerias e pátios onde trabalharam os primeiros escravos quechuas e onde ainda hoje alguns homens trabalham manualmente como na época colonial (1545); além de vivenciar os costumes e superstições dos mineradores como por exemplo observar e oferecer bebida, coca e cigarros à estátua do “Tio” (diablo, diabo), que para eles, é o dono da prata e quem lhes dá proteção no difícil e perigoso trabalho. O acesso às minas só é possível com uma operadora de turismo local (há várias perto da Plaza 10 de Noviembre). O roteiro básico inclui percorrer 2 quilômetros no interior da jazida e descer quatro níveis de 30 a 40 m de altura. O tour dura de quatro a cinco horas. Vá com sua pior roupa e leve alguns “agrados” aos mineradores como cigarros e folhas de coca.
ViceMinisterio de Turismo da Bolivia Cerro Rico
* Além da aventura nas minas, é possível caminhar até os lagos (artificiais) da Cordilheira de Kari Kari (4800 m de altura). O trekking na região montanhosa pode durar de um a dois dias. Também há opções mais “tranqüilas” como à Laguna del Inca (Tarapaya) e banhos termais, em águas minerais que brotam da terra a uma temperatura que chega até 75ºC. * Se não quiser contratar uma agência, para chegar a Kari Kari tome um táxi até a igreja San Martin, mais a frente há um desvio que leva até o local. Para a Laguna del Inca tome um microônibus para Tarapaya no mercado Chuquimia. Para chegar à lagoa, desça do ônibus na ponte e suba durante cerca de 20 minutos pelo caminho orientando-se pelo sulco deixado pela água. Há outros locais para banhos termais a 20 e 45 Km do centro da cidade, Don Diego e Chaqui, respectivamente. A 40 Km há outro local interessante, Betanzos, onde encontrará pinturas rupestres e a feira dos camponeses aos domingos. * Depois disso, dá pra entender o “Vale um Potosí”. A cidade foi declarada Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
A pergunta não tem qualquer sentido, mas sempre é feita. Se aos três anos a criança fala, caminha, sorri, tem apetite, escolhe o que gosta, é evidente que sabe resolver problemas e pensar. Portanto, é claro que é inteligente. Mas o que os pais querem na verdade saber é se a criança é “muito” inteligente. Ainda que a diversidade de inteligências torne essa resposta um tanto quanto generalista, existem alguns traços no comportamento infantil que nos ajudam a perceber o potencial criativo de cada criança.
Se o seu filho é “muito” inteligente, parabéns. Estimule-o cada vez mais. Caso não seja, não se preocupe, basta estimulá-lo sempre que ele será.
Abaixo alguns itens que ajudam nesse diagnóstico:
· Curiosidade – A criança inteligente é a criança “xereta”, perguntadora, pronta para se meter onde não foi chamada. Ainda que tempos atrás se associasse a curiosidade infantil com “falta de educação”, a verdade é que ela é sempre bem-vinda, principalmente para pais e professores que sabem valorizá-la, discipliná-la e, sobretudo, legitimá-la.
· Bom humor – O riso fácil, a alegria espontânea, a facilidade em fazer piadas compatíveis com a idade e rir delas são claros indícios de atividades cerebrais intensas, tempestades de sinapses.
· Persistência e empenho na satisfação de seus interesses – Crianças pouco inteligentes são apáticas, conformistas, resignadas e, portanto, opõem-se àquelas crianças “chatas” que teimam em teimar.
· Facilidade em encadear idéias – Ao se contar algo, a criança inteligente costuma pular do texto para o contexto, da exposição para a analogia, inventando comparações, investigando exemplos, ainda que nem sempre pertinentes. A criança que, impassível, ouve uma história e não “mete o bedelho” para mudar a sua estrutura, não é muito inteligente.
· Liderança – Ainda que esse atributo não se manifeste em todas as ações sociais da criança, mesmo porque muitas vezes o lar em que ela cresce é extremamente castrador, quando se manifesta, indica uma inteligência viva e, portanto, intensa atividade cerebral.
· Sentimento de incontida revolta diante do que acredita ser injustiça – Ainda que nem sempre possa pensar em termos de uma moralidade independente, a criança inteligente fica furiosa quando se acredita injustiçada, quando descobre “preferências” no adulto e, algumas vezes, até mesmo quando acredita que algum amigo foi alvo de injustiça. Como detesta perder, prefere sempre que “todos ganhem” quando joga com amigos.
· Criatividade e imaginação, ainda que controladas por um propósito – O poder de fantasiar e viver as fantasias – um exemplo é “o amigo secreto” que chega lá pelos três ou quatro anos – é forma marcante de inteligência.
· Relativa facilidade de adaptação a novos desafios, novas situações, novos espaços, novas brincadeiras, novas pessoas – É natural alguma sensação de desconforto em caso de mudanças, mas a criança inteligente supera essa sensação com mais facilidade que outras da mesma faixa etária.
· Facilidade em relacionar informações aparentemente dispersas e, muitas vezes, distantes – Ao ver uma cena de TV, a criança inteligente constrói associações relativamente análogas vividas por ela ou por um amigo. Ao ouvir algo, faz essa idéia transitar por outros caminhos e descobrir novas estradas.
Para terminar, uma digressão histórica: quando Leônidas, general espartano, foi aconselhado a desistir da luta porque as setas inimigas eram tantas que, se atiradas todas ao mesmo tempo, escureceriam o céu, respondeu impávido: não importa, combateremos no escuro. A citação procede. Se a criança possui os elementos citados acima, estimule-a. Se não os tem, faça-os aparecer.
Desde que foi inventado em 1945, o popular forno de microondas doméstico sofreu muitas mudanças até chegar ao estágio que conhecemos hoje. Inventado quase que por acaso, o forno de microondas deve sua existência a um fato acidental mas, bastante memorável. O fato se deu quando o engenheiro Percy L. Spencer também co-inventor do radar, percebeu que as mesmas ondas usadas para detectar aviões em vôo, podiam também aquecer os alimentos. Isto ocorreu quando Spencer, em uma inspeção de rotina, aproximou-se de uma válvula de radar em funcionamento e percebeu que uma barra de doce que estava em seu bolso derreteu. Houve então o estalo genial: Por que não ajustar o comprimento dessas ondas eletromagnéticas (iguais as de rádio, só que menores) para que ela aqueça e cozinhe os alimentos? Intrigado com o ocorrido, o inventor efetuou mais alguns experimentos como estourar pipocas (primeiro alimento a ser preparado em microondas) e aquecer um ovo cru, o qual, por sinal, acabou explodindo devido o aumento da pressão no interior do ovo. Efetuado avanços, em 1946 Spencer requereu a primeira patente para utilização de microondas para aquecer alimentos. Em 1947, sua empresa (Raytheon, até então de porte não muito grande) apresentou o primeiro forno de microondas comercial, que pesava cerca de 340 kg e media cerca de 1,5 metro de altura, sendo absolutamente seguro, desenvolvido de modo a não permitir que as microondas escapem nem prejudiquem a saúde. Este produto teve aceitação por parte de restaurantes e lanchonetes nos EUA e se tornou o precursor dos atuais fornos de microondas domésticos. Mas, em virtudes destes fatos, qual seria o princípio de funcionamento do Forno de Microondas? E ainda, ele serviria para mais alguma outra coisa além da popular utilidade culinária? Bem, podemos dizer que o forno de microondas aquece os alimentos porque as microondas que são geradas pelo Magnetron (válvula que converte energia elétrica em microondas) transferem energia para as moléculas de água dos alimentos fazendo-as vibrar e girar. Isto ocorre mais de 3,45 milhões de vezes por segundo, fazendo com que as moléculas de água se organizem e desorganizem o mesmo número de vezes. Essa organização, que na verdade, é chamada de alinhamento e desalinhamento (Figura 1) é responsável pela transferência de energia para as moléculas. O aquecimento ocorre, quando as moléculas de água estão relaxando, isto é, no momento em que a energia que as mantinham alinhadas (organizadas) é liberada na forma de calor. Pois bem, mas nem só de aquecer água (mesmo a dos alimentos) vive um forno de microondas. Na verdade, apesar de ter sido inventado para este fim, um de seus usos mais nobres encontra espaço no interior de laboratórios de pesquisa científica. Descobriu-se que é possível aquecer materiais cerâmicos (que não são sensíveis às microondas) usando-se o forno de microondas. Nesta direção, a equipe do LIEC de São Carlos (UFSCar) e Araraquara (UNESP), pesquisou e desenvolveu um dispositivo que transformou um forno de microondas doméstico em um forno de processamento e síntese de materiais, com especial aplicação em nanotecnologia. A nanotecnologia está associada a diversas áreas de pesquisa e produção (eletrônica, computação, química, medicina). Ela consiste nas técnicas de manipulação de materiais e dispositivos em escala nano, sendo um nanômetro a milionésimo parte de de um milímetro (escala quase atômica). Para ressaltar o incremento obtido sobre o forno de microondas convencional, basta citar que, enquanto o eletrodoméstico não modificado chega a temperatura máxima de 380 oC, o forno modificado pode chegar a temperaturas da ordem de 2.000 oC em alguns poucos minutos. Desde então, um número cada vez maior de trabalhos científicos têm sido publicados destacando novas sínteses e processamentos de materiais na presença de microondas. Dentre eles destaca-se a obtenção de um “sanduíche” de óxidos de Titânio, Bário, Chumbo e Lantânio (filmes com camadas bem finas sobrepostas, chamados de filmes finos – Fig.2) com potencial aplicação em super memórias de computador. O trabalho citado foi publicado em uma importante revista científica internacional e bem ilustra o casamento o forno de microondas e a nanotecnologia. Como marca relevante do trabalho, este sanduíche de óxidos nanométricos continua sendo, em toda literatura científica, o dispositivo de maior constante dielétrica até hoje encontrado.
-Até 1915, o refrigerante tinha como um de seus ingredientes uma pequena quantidade de cocaína. -O design da famosa garrafa foi criado por Earl Dean em 1915 e começou a ser fabricado no ano seguinte pela Root Glass Company. A embalagem se tornou marca registrada exclusiva da Coca-Cola em 1961. -No ano de 1919, The Coca-Cola Company foi vendida a um grupo presidido por Ernest Woodruff pela quantia de 25 milhões de dólares. -O lançamento mundial da Diet Coke aconteceu nos Estados Unidos em 1982. Depois vieram a Coca-Cola Light (1983) e a Cherry Coke (1985). -A Coca-Cola chegou ao Brasil em 1942. Vinha em barris e era engarrafada aqui. -A “onda” do logotipo apareceu em 1970. -Cuba e Panamá foram os primeiros países a engarrafar o refrigerante, em 1906. -O Papai Noel apareceu na propaganda do refrigerante pela primeira vez em 1931. -No ano de 1941 a palavra Coke foi usada pela primeira vez. -A embalagem de 1 litro surgiu em 1953. -Em 1985, a fórmula da Coca-Cola foi alterada, mudando o sabor da bebida. Durante os testes, o refrigerante foi aprovado, mas quando chegou ao mercado, o consumidor não gostou. O produto voltou como Coca-Cola Classic. -A cada 10 segundos, 126 mil pessoas tomam algum produto da Coca-Cola.
Eu tive um vizinho que comprou uma pick-up nova. Num Domingo de manhã cedo Eu vi que alguém tinha pixado as laterais DA sua pick-up Com tinta vermelha(por algum motivo desconhecido). Eu bati, O acordei e dei a má notícia. Ele Ficou muito irritado e tentava imaginar O que fazer – provavelmente nada até segunda-feira, visto que estava tudo fechado. Um outro vizinho apareceu E disse para pegar O WD-40 e limpar aquilo. O produto removeu a tinta de Maneira incrível, sem danificar a pintura do carro. Eu fiquei impressionado - WD-40, quem diria… Repelente de Água número 40. O produto se originou DA pesquisa por um Protetor contra ferrugem e desengraxante para proteger peças de mísseis. O WD-40 foi criado em 1953 por três técnicos DA San Diego Rocket Chemical Company. O Nome vem do projeto, que tinha por objetivo desenvolver um Composto para repelir água (Water displacement). Else tiveram sucesso Com a quadragésima fórmula, portanto WD-40. ACorvair Compan adquiriu O composto a Granel para proteger OS componentes dos mísseis Atlas. Ken East (um dos Fundadores) disse que não há nada no WD-40 que seja prejudicial às pessoas. Quando você ler a parte sobre porta de box de banheiro, experimente. É a Primeira coisa que funcionou para remover manchas DA porta do box. Se O seu For plástico, funciona do mesmo jeito de Com vidro. É um milagre! Tente no fogão… voilá! Vai brilhar como nunca. Você vai ficar maravilhado(a). Seguem alguns usos: 1) Protege prata de ficar preta. 2) Remove pixe e asfalto DA pintura do carro. 3) Limpa e lubrifica cordas de guitarra. 4) Dá um brilho ao piso como se tivesse sido recém encerado, sem deixá-lo Escorregadio. 5) Repele moscas de vacas. 6) Limpa e restaura quadros-negros. 7) Remove manchas de batom. 8) Desengripa zíperes. 9) Desembaraça correntes e bijuterias. 10) Remove manchas de pias de inox. 11) Remove sujeira e gordura de grelhas e churrasqueiras. 12) Evita que vasos de cerâmica se oxidem. 13) Remove manchas de tomate de roupas. 14) Limpa manchas de portas de box de banheiro. 15) Disfarça riscos e arranhões de pisos de cerâmica e mármore. 16) Mantém tesouras em bom funcionamento. 17) Lubrifica dobradiças barulhentas em carros e em Casa. 18) Remove marcas de sola de sapato do piso DA cozinha. Não estraga O piso E a remoção é fácil. Lembre-se de abrir as janelas caso haja muitas marcas A serem retiradas. 19) Restos de insetos estragam a pintura do carro se não forem removidos Logo. Use WD-40! 20) Serve para lubrificar escorregadores no play ground para se escorregar Mais rápido. 21) Lubrifica a transmissão e controles em cortadores de grama. 22) Elimina rangidos e barulhos de balanços. 23) Lubrifica OS trilhos DA janela para ficarem mais fáceis de abrir. 24) Aplicado na haste do guarda chuva facilita abrir e fechar. 25) Restaura e limpa painéis e superfícies de couro em carros, bem como Para-choques plásticos. 26) Restaura e limpa bagageiros de veículos. 27) Lubrifica e elimina ruídos em ventiladores elétricos. 28) Lubrifica rodas e catracas em triciclos e bicicletas. 29) Lubrifica correias em lavadoras e secadores e evita ruídos. 30) Protege serras e serrotes contra ferrugem. 31) Remove gordura de fornos. 32) Evita que espelhos de banheiros fiquem embaçados. 33) Lubrifica próteses. 34) Repelente de pombos (else odeiam O cheiro). 35) Remove restos de duct tape. 36) Algumas pessoas aplicam nas mãos, braços e joelhos para aliviar dores De artrite. 37) Uso favorito na Florida: removedor de insetos DA frente do carro. 38) Uso favorito em Nova York: WD-40 protege a Estátua DA Liberdade do Tempo. 39) WD-40 atrai peixes. Aplique UM POUCO nas iscas vivas e logo você vai Pegar aquele bem Grande. Muito mais barato que OS produtos feitos para esse Fim. 40) Use para picadas de formiga. Elimina O ardido imediatamente e faz parar De coçar. 41) WD-40 é ótimo para remover giz de cera de paredes. Aplique no local e Limpe Com um pano. 42) Se alguém lavar um batom junto Com as roupas, aplique WD-40 nas manchas E lave novamente. 43) Se O carro não pegar, pois O distribuidor está molhado, aplique WD-40 Na Tampa do distribuidor e O carro deve funcionar. P.S. O ingrediente básico é óleo de peixe. P.P.S. Mantenha uma lata de WD-40 no armário da cozinha. É bom para queimaduras. Elimina a sensação de queimado e não deixa cicatriz. Atenciosamente, João Dragojevic Bosko Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo – IPT Centro de Engenharia Naval e Oceânica – CNAVAL Laboratório de Instrumentação
A cor é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso. A cor de um material é determinada pelas médias de frequência dos pacotes de onda que as suas moléculas constituintes refletem. Um objecto terá determinada cor se não absorver justamente os raios correspondentes à freqüência daquela cor.
Assim, um objeto é vermelho se absorve preferencialmente as frequências fora do vermelho.
A cor é relacionada com os diferentes comprimento de onda do espectro eletromagnético. São percebidas pelas pessoas, em faixa específica (zona do visível), e por alguns animais através dos órgaos de visão, como uma sensação que nos permite diferenciar os objetos do espaço com maior precisão.
Considerando as cores como luz, a cor branca resulta da sobreposição de todas as cores, enquanto o preto é a ausência de luz. Uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores (o espectro) por meio de um prisma. Na natureza, esta decomposição origina um arco-íris.
* Em um estudo, foram colocados um vidro com bactérias sob luz azul, outro sob luz amarela e outro sob luz vermelha e observaram suas atividades. As bactérias que ficaram sob o efeito da luz azul depois de um tempo morreram, as que ficaram na luz vermelha continuaram vivas e as que fi caram sob a luz amarela se reproduziram mais. Interessante, não é? Será que isto tem relação com o azul transmitir serenidade, e o amarelo ser mais energético? * Produtos como pães e bolachas embalados em papel azul duram menos tempo do que se a embalagem for de tons alaranjados, amarelos ou vermelhos. Eles apodrecem mais rápido sob o azul. * O verde é a cor do meio do espectro. Será por isto que o verde é a cor do equilíbrio, da saúde? O verde é a cor complementar ao vermelho, ou seja, a cor oposta no disco cromático e que tem o contraste mais vibrante. Quando o olho se satura de muito olhar uma cor, pode provocar um efeito que nos faz ver a cor complementar. Para que isto não aconteça em uma sala de cirurgia, onde o médico pode fi car por várias horas focado no vermelho, as salas são pintadas de verde claro, cor oposta ao sangue. * As cores provocam calor ou frio. Um estudo feito em um posto de gasolina mostrou que a evaporação nos tanques que eram vermelhos diminuiu em + ou ? 3% quando esses tanques foram pintados de branco. Claro, as cores escuras absorvem muita luz! E provocam calor. * Amir Klink contou em uma de suas palestras que navegando em lugares gelados enfrentava um problema sério porque o mastro do barco congelava. Uma vez, comendo um Diamante Negro, notou que a embalagem do chocolate não criava a crosta de gelo. Pintou o mastro de preto e não teve mais problemas com isso. * Outro estudo interessante foi feito por um ergonomista contratado para analisar as condições de trabalho de uma empresa onde os trabalhadores que carregavam caixas estavam reclamando muito do peso, apesar de estar tudo adequado às normas para tal atividade. O resultado de sua análise do trabalho indicou que as caixas deveriam ser apenas pintadas de verde claro em vez de marrom. E funcionou! Os empregados não mais sentiram a sensação de peso desagradável. * Percebeu-se que em uma região de Nova Iorque as pessoas estavam sofrendo de claustrofobia e sensação de tristeza por não verem o céu por causa da altura dos edifícios. A solução adotada foi pintarem os andares mais altos dos prédios de azul! Ver o céu ou o azul dá a sensação de grandeza, profundidade, e menos claustrofobia. * Em Londres, as pessoas fazem seções de banho de luz para aliviar a sensação de depressão que acontece sazonalmente. * A cromoterapia já é técnica aceita para diferentes funções. * Em ambientes, os usos funcionais da cor são bastante comuns. Cores escuras para rebaixar o teto, cores claras para os ambientes parecerem maiores, etc. * Nos produtos alimentícios, é comum a utilização de amarelo-avermelhado de alguma forma, em detalhes, por exemplo, por sua propriedade de atuar nos centros da fome. Também determinados tipos de rosa possuem propriedades táteis e gustativas, por isto, são bastante usados em propagandas e em embalagens de guloseimas.
Nome popular: Golfinho comum Nome Científico: Delphinus delphis Distribuição geográfica: Estepes cobertas de árvores e de moitas, conhecidas como savanas africanas Não é peixe: Todo mundo pensa que o golfinho é um peixe, mas não é. le é um mamífero, assim como a baleia. Habitat natural: Os oceanos e mares de todo o mundo – perto ou longe dos continentes. No Brasil, pode ser visto ao longo de todo o litoral,do Nordeste ao Rio Grande do Sul
Hábitos alimentares:Come peixes e lulas
Tamanho: De 1,5 a 3,5 metros de comprimento
Peso: Pode pesar até 110 kg
Período de gestação: Dura de 10 a 11 meses.
Filhotes: Nascem com pouco menos de 1 metro e são amamentados por pelo menos 14 meses. A fêmea tem um filhote a cada 2 ou 3 anos
Tempo médio de vida: De 20 a 35 anos
Contra a extinção: A pesca do golfinho é proibida desde 1988
Curiosidades: Os golfinhos vivem em grupos, que podem chegar a milhares de animais entre os que vivem no oceano. Na costa, é possível ver até 500 golfinhos juntos.
Mergulham até 300 metros de profundidade e podem ficar até 8 minutos embaixo d’água. Mas estes animais dóceis passam a maior parte do tempo, mesmo, na superfície das águas, acompanhando os barcos.
Além desta espécie, há outras 36. É comum que o golfinho comum seja confundido com o golfinho-riscado (Stenella Coeruleoalba).
São ágeis, velozes e acrobatas. Saltam e nadam na proa de embarcações. As vocalizações incluem vários estalos e assobios. Sabe-se que o golfinho-comum pode mergulhar até 280 metros, ficando embaixo d’água por cerca de 8 minutos. Depois ele tem que subir pra respirar.
Você sabia que o meio de transporte mais seguro do mundo é o elevador? E que, curiosamente, a bicicleta é o mais perigoso? Falando em bicicleta, existem muitas curiosidades sobre o meio de locomoção mais popular da China. Por exemplo, a primeira bicicleta foi fabricada em 1817. Com 100 calorias é possível fazer uma bicicleta andar quase 5km (a mesma quantidade de calorias fariam um carro andar menos de 100m)! O recorde de velocidade em uma bicicleta é de Fred Rompelburg, com quase 270km/h.
Se contarmos todas as mortes provocadas nos mais de 100 anos de acidentes automobilísticos, chegaríamos a mais de 25 milhões de mortos! O trem francês TGV é o mais rápido até hoje, com a marca de 515,3 km/h. é mais veloz do que um tornado (que pode chegar a quase 511km/h), inclusive no surto de tornados em Oklahoma e Kansas, com 76 ao todo, em maio de 1999.
Já que estamos falando de tornados, não podemos deixar de fora a curiosa “epidemia” que se abateu sobre os EUA, em 1974, com quase 150 tornados só no mês de abril!
As forças da natureza são cheias de curiosidades. Os furacões, por exemplo, conseguem produzir, em apenas 10 minutos, energia superior a todas as armas nucleares conhecidas juntas! Isso explica porquê o furacão Andrew deixou um prejuízo de 25 bilhões de dólares, em 1992, quando destruiu 60000 casas. E, o vulcão Mount Rainier, que entra em erupção a cada 500 anos, aproximadamente, é capaz de ejetar lava e pedras a uma velocidade superior a 3200 km/h.
3g 5800 amex antivirus banco de dados bancos calculo Celular cep coisas uteis combustível css dealextreme Design desktop dns emule financiamento flash google html ie internet explorer Java jogos Linux messenger microsoft msn Mysql negocios nokia opendns operadora Php placas de videos plugins segurança seven symbian Twitter visa web windows windows seven Curiosidades humor jogos series filmes mulher homem infantil bancos desenhos ganhe dinheiro loterias risadas videos sites dicas online